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Recém-nascido de 10 dias aguarda por cirurgia cardíaca

Um bebê de 10 dias luta pela vida na UTI neonatal do Hospital Estadual Guilherme Álvaro (HGA), em Santos. A criança tem uma doença cardíaca complexa. Na rede pública, só hospitais de São Paulo teriam estrutura para o tratamento. O bebê aguarda transferência.

A família procurou a Defensoria Pública, que ingressou com uma ação na Justiça contra o Estado e a Prefeitura de Santos. No dia 19, o defensor público Thiago Santos de Souza conseguiu uma liminar (decisão judicial) obrigando a Secretaria Estadual de Saúde a providenciar ambulância ou helicóptero para levar Arthur para um centro de referência na Capital.

“Estou desesperada. Eu choro o dia todo, não durmo. É caso de vida ou morte, pelo amor de Deus, é só um bebê. Será que não tem prioridade?”, revolta-se a avó, a faxineira, Lucineia Ribeiro de Melo, de 48 anos.

Mãe de Arthur, a balconista Fernanda Ribeiro de Melo, de 22 anos, saiu do hospital dois dias após o parto e teve que suportar a dor de deixar o filho no local. “É horrível. Sempre estou lá para ver o Arthur. Já está demorando muito, eu quero meu filho vivo”.

O defensor Thiago Souza protocolou um novo documento ao juiz informando que a cirurgia poderia ser feita no Hospital Ana Costa, em Santos, de forma particular, caso Estado e Prefeitura paguem a despesa.

Respostas    

A Secretaria de Saúde de Santos informa que a criança aguarda liberação de vaga via Governo do Estado e desconhece a opção de pagar pela cirurgia no Hospital Ana Costa.

Já a Secretaria Estadual de Saúde informa que foi notificada ontem sobre a liminar, “porém o paciente está com quadro infeccioso e não possui condições clínicas de ser transferido para realização de cirurgia”. A secretaria diz ainda que, “assim que o quadro clínico do paciente for estabilizado, ele deverá ser transferido para uma unidade especializada”.

Pré-natal

Durante a gestação, Fernanda foi acompanhada na Policlínica do Morro São Bento, onde mora. Questionada se houve falha no acompanhamento, a Prefeitura afirma que no pré-natal não foi constatada nenhuma anomalia cardíaca na criança. E que a paciente chegou a fazer um exame particular, que também nada apontou.

25/11/2015

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